Alessandro Vieira anuncia neutralidade no segundo turno e critica Lula e Flávio Bolsonaro

Senador Alessandro Vieira (Foto: Agência Senado)

O senador da República Alessandro Vieira (MDB-SE) declarou neutralidade no segundo turno da eleição presidencial. O posicionamento foi publicado em suas redes sociais nesta terça-feira (13), quando o parlamentar criticou os dois candidatos que disputam a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Na publicação, Alessandro afirmou que os candidatos não representam, em sua avaliação, as alternativas necessárias para enfrentar os problemas estruturais do Brasil e construir um futuro de desenvolvimento econômico e social. O senador classificou a disputa como uma “disputa de rejeições” e apontou problemas como corrupção, avanço das facções criminosas, radicalização política e desigualdade social agravada pela precarização do mercado de trabalho. 

Ao avaliar os dois candidatos, Alessandro criticou o projeto político de Lula, afirmando que ele teria envelhecido mal e não demonstraria capacidade de reação. Em relação a Flávio Bolsonaro, o parlamentar apontou o que considera um vazio de ideias e questionou sua proximidade com práticas ilícitas associadas à política fluminense. “Os dois arrastam para a presidência escândalos e práticas incompatíveis com a importância do cargo”, escreveu.

MDB terá liberdade de posicionamento em Sergipe

Sobre a posição partidária, Alessandro informou que os filiados do MDB em Sergipe estarão liberados para adotar o posicionamento que considerarem adequado, uma vez que a direção partidária não deliberou sobre o tema. Segundo o senador, o eleitor terá de escolher entre os projetos apresentados pelos candidatos, mas também poderá manter uma postura crítica em relação aos erros e às propostas de ambos.

Defesa de novas lideranças

Ao projetar o cenário político após as eleições, Alessandro Vieira defendeu um processo de identificação e desenvolvimento de novas lideranças nacionais, capazes de construir um projeto de país que considere justo, democrático e seguro. 

O parlamentar também ressaltou a necessidade de mobilizar a maioria dos brasileiros honestos e trabalhadores em torno da construção, do respeito e do diálogo, em oposição à destruição e ao ódio. “Precisamos reconstruir o Brasil”, concluiu.

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Por Redação




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