De acordo com a decisão, o registro da pesquisa deixou de informar quem foi o responsável pelo pagamento do levantamento, orçado em R$ 20 mil. Além disso, a empresa não apresentou a nota fiscal correspondente, documento exigido pela legislação eleitoral quando a pesquisa não é financiada com recursos próprios da empresa responsável.
O instituto Positiva Pesquisas tem divulgado levantamentos que, de forma recorrente, apontam o pré-candidato Valmir de Francisquinho na liderança das intenções de voto. Os resultados, no entanto, diferem dos apresentados por outros institutos que realizaram pesquisas eleitorais em Sergipe.
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Por Redação
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