Em um mundo marcado pela velocidade da informação e pelo combate à fake news, o papel do jornalista se torna ainda mais necessário para a sociedade. Por isso, no Dia do Jornalista, celebrado nesta terça-feira, 7 de abril, o pré-candidato ao Senado e médico anestesiologista do SUS, Eduardo Amorim (Republicanos), destaca a importância da profissão na garantia da democracia e da transparência pública. A data foi instituída em 1931 pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem a Líbero Badaró, jornalista assassinado em 1830 que defendia a liberdade de imprensa.
Para além da formação da medicina, Eduardo também passou pela universidade para aprender jornalismo, com o objetivo de entender as entrelinhas da profissão. “Por muitos anos fui atingido diariamente com notícias falsas. Acusações sem nenhum embasamento verídico, as quais, algumas delas, feriram a minha honra e precisei procurar a justiça. Depois de estar cansado de tantas movimentações levianas e muitas delas com indícios de crueldade, optei por aprender na universidade como o jornalismo ético é produzido; suas experiências, metodologias, diretrizes éticas e fundamentação teórica. Aprendi alguns dos seus objetivos gerais e específicos, bem como os caminhos para se combater uma ‘fake news’”, recorda.
Ao destacar a relevância da categoria, Eduardo Amorim também enfatiza o papel essencial do jornalismo na formação da opinião pública e no fortalecimento da democracia. “O jornalista e o jornalismo têm um poder fundamental em um país democrático quanto o nosso. Uma prática diária responsável por nos informar e permitir que possamos contextualizar nossas opiniões", completa.
O pré-candidato finaliza ressaltando a importância da formação para exercício da profissão e a valorização da categoria. “Parabenizo todos os profissionais que honram o juramento que fizeram no ato da diplomação, e, ao mesmo tempo, defendo a sua devida valorização, seja no campo do respeito social e no âmbito dos respectivos direitos constitucionais. Apenas com uma imprensa livre, imparcial e respeitada será possível combater o fluxo da desinformação, operacionalizada por quem não tem compromisso com a história e a verdade”, completa Eduardo Amorim.
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Fonte: Assessoria
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